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O trabalho do futuro será uma grande inteligência coletiva

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Estamos migrando de um mundo com funções individuais para outro em que tudo será feito em colaboração

 

“Estamos migrando de um mundo com funções individuais para um futuro no qual o trabalho será feito de colaboração”, diz Isabel Armani, fundadora da Thérèse Desenvolvimento Organizacional. Segundo ela, as relações do mercado de trabalho, da maneira como as conhecemos hoje, tendem a desaparecer.

 

Haverá uma grande mudança nos próximos anos, com contratos mais flexíveis e inteligentes, adaptados à nova realidade tecnológica e digital. "Os profissionais serão selecionados de acordo com as necessidades de cada projeto, e não com o seu cargo", diz Isabel.

 

As declarações foram feitas durante painel do Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas (CONARH) realizado em agosto de 2019. O tema do debate, que também contou com a presença de José Securato, CEO da Escola de Negócios Saint Paul, foi a importância da educação e do aprendizado para o profissional do futuro.

 

Segundo Isabel Armani, o profissional terá de desenvolver a curiosidade extrema. “Ele deve estar à frente do CEO e chegar aonde ele não chegou ainda. Para isso, precisa ter repertório, aprender a fazer um aplicativo, compreender dados e consumir muita cultura”, afirma. “Esse conjunto de experiências servirá de base para que ele se torne ainda mais criativo. Se não fizermos isso hoje, a desigualdade aumentará drasticamente no futuro."

 

José Securato afirmou que “os profissionais e as instituições não estão preparados para as competências do futuro”. De acordo com ele, os robôs e a inteligência artificial serão responsáveis por executar atividades mais simples, como funções de linha de montagem e produção, enquanto os seres humanos deverão ser capazes de resolver problemas complexos envolvendo dados, inovação e criatividade. “A nossa forma de trabalho mudará nos próximos anos, por isso precisamos desenvolver a capacidade de usar cada vez mais o lado direito do cérebro, que se ocupa da linguagem e das operações lógicas.”

 

O CEO da Saint Paul, que inaugurou em março deste ano uma plataforma de ensino com inteligência artificial IBM Watson, batizada de LIT, conta que a instituição tem procurado novas formas de aprendizado. Para isso, desenvolveu a metodologia onleaning, na qual o aluno pode aprender em curtos espaços de tempo, estimulando o aprendizado constante e fluído.

 

O tema deste artigo poderá ser trabalhado pelo palestrante motivacional André Castro em sua palestra de motivação contribuindo, desta forma, para que os participantes alcancem suas metas e objetivos profissionais e pessoais. 

 

 

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